SkyHive
 
 
 

 
 

 

 

 

 

 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 

O concurso internacional Skyhive acabou por ser um exercício conceptual de idealizar, no nosso caso, um arranha-céus para Lisboa. Obviamente que a nossa cidade nunca chegou a aderir à moda da verticalidade, e apesar de haver alguns exemplos, simplesmente não estão à escala de outras cidades.

Começámos por observar como se comporta a cidade de Lisboa, e é notório que o sentido de comunidade que era muito forte há umas décadas, é hoje em dia algo que se perde cada vez mais. As cidades não são os edifícios, mas sim as pessoas que a habitam, e como elas interagem e a vivem. Posto isto, construímos uma ideia em volta da premissa de verticalizar a ideia de comunidade.

Dadas as várias atividades diferentes que iam existir, organizamos o programa por forma a garantir segurança, pois num edifício desta dimensão esta deve ser a primeira questão a ser preservada, controle de entradas, que está diretamente ligada com a segurança, e organização interna de fácil compreensão.

Assim sendo criámos dois lobbys, um no piso de chegada, e outro sensivelmente a meio, separando a parte comercial mais aberta ao publico em geral, das partes de escritórios e atividades profissionais. Este lobbys funcionam como grandes áreas de check-ins que ligam todos os acessos verticais, e onde há um corte na ligação dos elevadores, isto é, por motivos tanto de segurança como técnicos, os elevadores não cumprem toda a extensão do edifício, assim a pessoa tem de subir e sair no lobby intermédio, e aí passar por um controlo para puder aceder aos pisos superiores de escritórios.

Entre lobbys predomina um jogo de volumes que permitem zonas externas onde os utilizadores e profissionais podem usofruir de jardins, zonas de refeições, zonas lúdicas e de descanso.

Mais tarde surgiu a ideia de haver uma “pele” que funcionaria de forma sustentável e permitiria maior conforto aos utilizadores que quisessem explorar as zonas externas do edifício.

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